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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Ex-prefeito é acusado de crimes financeiros e improbidade


Em decisão proferida na semana passada, o juiz da Vara Cível de Ibaiti (Norte Pioneiro), Ricardo José Lopes, determinou o bloqueio de bens do ex-prefeito Luiz Carlos dos Santos, conhecido como Peté (PSDB), do ex-secretário de Saúde Willian Martins Borges, e dos funcionários da secretaria Aleksandro Stefano Baltazar (contador) e Letícia Seris de Lima (tesoureira). 

O juiz acatou argumentos do promotor de Defesa do Patrimônio Público, Ivan Barbosa Mendes, de que o ex-prefeito e outros réus deixaram restos a pagar no valor de R$ 443 mil ao final do segundo mandato consecutivo de Peté, em 2012, o que afronta a Lei de Responsabilidade Fiscal. Com a indisponibilidade dos bens, a expectativa é garantir o ressarcimento do erário, caso os réus venham a ser condenados. 

O mesmo promotor também ajuizou ação criminal contra o tucano, acusando-o de crimes de responsabilidade previstos no decreto federal 201/67 por ter autorizado gastos sem prévio empenho e por ter invertido a ordem de pagamentos para supostamente privilegiar o candidato que apoiou como seu sucessor em 2012 e que não foi eleito – dono de uma clínica médica que prestava serviços à prefeitura. O ex-prefeito atribuiu as acusações a "questões políticas". "Se meu candidato tivesse ganhado, isso não estaria ocorrendo. Mas estou tranquilo. Houve apenas atraso nos restos a pagar, mas já havia dinheiro em caixa no dia 2 de janeiro", justificou, negando as outras acusações. "Não houve privilégio a ninguém. São apenas questões contábeis. Tive minhas contas aprovada pelo Tribunal de Contas por 

FolhaWeb

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