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sábado, 10 de agosto de 2013

Caminhão carregado com vasos sanitários tombou sobre o veículo.

Caminhão carregado de vasos sanitários tombou em cima de um carro ocupado por uma família, na PR-160, em Paulo Frontin, no Paraná  (Foto: Bruna Kobus/Jornal O Comércio)

acidente entre um caminhão carregado de vasos sanitários que tombou em cima de um carro na PR-160, no trevo de acesso a Paulo Frontin, no sul do Paraná, chocou o estado. Apesar do impacto da batida e das imagens, que mostram o carro completamente danificado, os quatro ocupantes do carro sobreviveram, sem qualquer ferimento grave.

O motorista do veículo, Jaime Ferreira, de 41 anos, que trabalha como vendedor, estava com o sobrinho, o irmão e um amigo. Eles saíram de União da Vitória e iriam até Irati, na região central do estado, porém, a viagem de cerca de 115 quilômetros, foi interrompida.  Ferreira contou ao G1 que tudo aconteceu muito rápido e que logo após o acidente, enquanto estavam aguardando por socorro, era possível ouvir as pessoas ao redor comentando que não poderia haver sobreviventes.

Ele lembrou que mais uma pessoa iria junto com o grupo, mas acabou desistindo de última hora. “Acho que se estivéssemos em cinco pessoas no carro, alguém teria morrido. O meu cinto de segurança arrebentou e eu fui jogado para o lado do passageiro, o lado esquerdo do veículo foi o mais prejudicado”, descreveu.

Segundo o motorista, ele já havia notado que o caminhão seguia desgovernado pela pista a cerca de 100 metros de distância. Jaime tentou desviar do caminhão e acabou caindo na valeta na beira da pista. “Quando percebi o caminhão já havia tombado em cima do carro. Toda a carga de cerâmica quebrou em cima da gente e o teto do carro não amassou de uma vez só, ele foi amassando aos poucos, a gente foi vendo o teto abaixando em cima da gente. Depois de um momento parou, mas se tivesse amassado mais um pouco a gente teria morrido esmagado”, contou o motorista.Ferreira comentou a descrença das pessoas, quando viram como ficou o carro. “Parece que o policial já tinha até chamado o serviço funerário. Ninguém acreditou que estávamos bem, até a minha mulher, ela viu as notícias na internet e achava que eu tinha morrido. Ela estava falando comigo no telefone e não conseguia acreditar que eu estava vivo e bem. Só sofri um pequeno corte na mão, os outros ocupantes não ficaram com nenhum arranhão”, relatou.
G1 Pr

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