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sábado, 30 de setembro de 2017

Saúde no Paraná terá R$ 24 milhões para compra de ônibus e veículos

O Governo do Paraná liberou nesta quinta-feira (28) mais um lote de recursos para compra de ambulâncias e demais veículos para o transporte de pacientes. Ao todo, são R$ 24,3 milhões que beneficiarão a população de 139 municípios paranaenses. Este é o segundo repasse de incentivos do transporte sanitário em menos de três semanas.Curitiba, 28/09/2017.Foto: Venilton Küchler/SESAO Governo do Paraná liberou nesta quinta-feira (28) mais um lote de recursos para compra de ambulâncias e demais veículos para o transporte de pacientes. Ao todo, são R$ 24,3 milhões que beneficiarão a população de 139 municípios paranaenses. Este é o segundo repasse de incentivos do transporte sanitário em menos de três semanas.
O secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, diz que o investimento faz parte do maior programa de ampliação e renovação da frota de veículos de uso exclusivo da saúde. Segundo ele, o Estado está garantindo melhores condições de atendimento àquelas pessoas que precisam se deslocar em busca de consultas, exames e tratamento especializado. “É mais uma ação efetiva que demonstra o caráter municipalista deste governo", destacou.
O repasse foi feito na modalidade de transferência fundo a fundo, sem a necessidade de convênio entre Estado e prefeituras. Cada município recebeu cotas individuais de R$ 120 mil e R$ 240 mil para aquisição de carros, ambulâncias, vans e micro-ônibus. Houve também municípios contemplados com cotas de R$ 450 mil, destinados exclusivamente para compra de ônibus com mais de 40 lugares.
Caputo Neto afirma que o grande diferencial desta modalidade de repasse é que a prefeitura tem a liberdade de adquirir o veículo que melhor atende a sua necessidade. "O diálogo com os gestores municipais é uma das principais marcas do governo Beto Richa. Lembrando que tudo isso só está sendo feito graças à condição dada pelo ajuste fiscal, que possibilitou a retomada dos investimentos", afirmou.
Há menos de 20 dias, 56 prefeituras já haviam recebido R$ 10,4 milhões do Estado, referente ao incentivo do transporte sanitário. Em outubro, novos repasses já estão previstos, sobretudo para atender demandas de obras e equipamentos para unidades de saúde, aparelhos de fisioterapia, além de um incentivo inédito para equipamentos destinados a salas de urgência e emergência.
"Estamos fazendo uma verdadeira transformação na atenção primária dos municípios. São recursos para obras, equipamentos, custeio, capacitação profissional e outras iniciativas que refletem na qualidade do atendimento público", diz o superintendente de Atenção à Saúde, Juliano Gevaerd.
A previsão é que, até o final do ano, todos os 399 municípios paranaenses sejam contemplados com repasses fundo a fundo. "Cerca de 80% dos problemas de saúde podem ser resolvidos na base do sistema. Por isso, temos dado atenção especial a esta área tão importante do SUS", enfatiza Gevaerd.
Veja a lista dos municípios da nossa região beneficiados neste lote de repasses:
Abatiá, Andirá, Assaí, Cornélio Procópio, Curiúva, Itambaracá, Leópolis, São Jeronimo da Serra, Sertaneja.

AEN

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Agosto tem o maior número de famílias endividadas desde 2013

89,9% dos paranaenses estão endividados
Síntese dos resultados (% em relação ao total de famílias)
Mês
Paraná
Nacional
Total de Endividados %
Com contas em atraso %
Sem condições de pagar %
Total de Endividados %
Com contas em atraso %
Sem condições de pagar %
Agosto de 2016
89,1
26,6
9,9
58
24,4
9,4
Julho de 2017
87,8
29,8
11,6
57,1
24,2
9,4
Agosto de 2017
89,9
28,5
11,1
58
24,6
10,1









Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), 89,9% das famílias paranaenses estão endividadas em agosto. A média nacional foi 58%.

O percentual de endividados havia baixado em julho e estava em 87,8%. No entanto, apesar da elevação na taxa de endividamento, houve melhora na variação mensal nas contas em atraso, que passaram de 29,8% em julho para 28,% em agosto, e na redução da parcela de famílias sem condições de quitar seus débitos, que em julho correspondiam a 11,6% e em agosto baixaram para 11,1%.

O tipo de dívida mais comum é o cartão de crédito, com 67,7%. Depois figuram o financiamento imobiliário, com 11,2%, e o financiamento de veículo, com 10,4%. Os carnês correspondem a 3,8% das dívidas e são muito mais utilizados como forma de pagamento pelas famílias com renda até dez salários mínimos (4,5%). Entre as famílias com renda superior, essa modalidade de parcelamento praticamente não é utilizada, com apenas 0,6%. Já o empréstimo consignado e o crédito pessoal são responsáveis, cada, por 2,7% do endividamento e também são meios de aquisição de crédito mais utilizados pelos consumidores de menor renda (3% ante 1,3% entre aqueles que têm maiores salários).

De modo geral, o endividamento atinge todas as classes econômicas em patamares similares: 89,8% das famílias com renda até dez salários mínimos e 90,6% nas famílias com rendimentos superiores. Mas as dificuldades para pagamento dos compromissos financeiros são maiores entre os consumidores de menor renda. O percentual de famílias das classes C, D e E com contas em atraso chega a 31,4%, ante 14,7% nas classes A e B. A inadimplência, ou seja, o atraso no pagamento das dívidas acima de 90 dias, também é maior entre aqueles com rendimentos mais baixos: 50,2% ante 44% entre os paranaenses com renda acima de dez salários mínimos.

Os que admite que não terão condições de pagar as dívidas em atraso chegam a 12,7% entre as famílias de menor renda, contra 4,7% entre as mais abastadas.


Comparativo Classes Sociais
Total
Até 10sm
Mais de 10sm
Famílias Endividadas
89,9%
89,8%
90,6%
Mais de 50% da renda comprometida com dívidas
23,6%
23,9%
22,1%
Famílias com conta em Atraso
28,5%
31,4%
14,7%
Atraso acima de 90 dias
49,1%
50,2%
44,0%
Condição de quitar totalmente as dívidas em atraso
32,6%
30,2%
44,0%
Famílias que não terão condições de pagar as dívidas em atraso
11,1%
12,7%
4,7


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