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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Em descrédito, Amunorpi perde mais cinco municípios neste ano

Foto: Divulgação
Após a operação “Cheque em Branco” que atingiu a Amunorpi (Associação dos Municípios do Norte Pioneiro) em cheio no ano de 2015, através da qual foram apontados desvios de mais de R$ 1,8 milhão, a instituição tem entrado em declínio com reuniões escassas e até a saída de muitos prefeitos da região.

Apenas neste ano, cinco municípios decidiram deixar a Amunorpi são eles: Wenceslau Braz, Guapirama e Abatiá, este último se associou à Amunop (Associação dos Municípios do Norte do Paraná), enquanto os demais permanecem sem filiação, contudo, existe a possibilidade de também migrarem para a Amunop, composta pelos municípios de Assaí, Bandeirantes, Congonhinhas, Cornélio Procópio, Itambaracá, Leópolis, Nova América da Colina, Nova Fátima, Nova Santa Bárbara, Rancho Alegre, Santa Amélia, Santa Cecília do Pavão, Santa Mariana, Santo Antônio do Paraíso, São Jerônimo da Serra, São Sebastião da Amoreira, Sapopema, Sertaneja e Uraí.

No começo da década de 90 do século passado, o então chefe do executivo de Arapoti, Homar Negrão (PL) e seu colega, Ademar Ferreira de Barros (PFL), de Jaguariaíva, decidiram passar para a AMCG (Associação dos Municípios dos Campos Gerais), alegando, na oportunidade, que a região polarizada por Ponta Grossa, pelo potencial econômico, ajudaria o crescimento dos municípios.

Mais recentemente, em 2011, Amadeu Bicudo (PT), então prefeito de Curiúva, também migrou para a AMCG. 

As razões de saída são inúmeras, entre elas, a falta de expressividade política da associação, a falta de pagamento, que gerou uma dívida não quitável para alguns municípios, além da incompatibilidade de ideias entre os membros. 

A reportagem está tentando contato com os prefeitos que ainda estão independentes, bem como, com o atual presidente da associação, Joás Michetti (PDT), chefe do Executivo em Santana do Itararé.

Com informações: www.folhaextra.com

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